Publicações

O objetivo central aqui é propiciar um inventário dos livros de registro de Terras de Cariacica a cargo do Vigário que integram a Série Diretoria Central de Terras e Colonização do Fundo Agricultura (1853-1955). Trata-se de um trabalho minucioso cujos frutos serão sentidos à medida que os pesquisadores da área de Ciências Sociais, em particular os historiadores, se banhem dessas fontes primárias relativas a um Brasil império, no município de Cariacica, e que reflete as influências da Lei de Terras de 1850 na economia, no aspecto social e na política do país.


Para download do inventário dos livros de registro de terras clique aqui.


A descrição  e  o  inventário  das  Correspondências  da  Câmara  da  Serra  e  dos Registros  de  Terras,  do  mesmo  município,  revelam  traços  importantes  e valiosos para a preservação da memória e da História regional capixaba. Os  livros  de  Correspondências  da  Câmara  da  Serra  (1828-1842)  apresentam aos  historiadores  interessantes  e  relevantes  fontes  primárias  para  o  estudo  da sociedade  serrana  nos  aspectos  sociais,  econômicos,  políticos  e  culturais.  Tais documentos  revelam  as  diversas  funções  que  a  Câmara  exercia  em  decorrência  de suas atividades durante o Império, não se limitando  apenas a legislar, mas, também, possuindo  atribuições  que  hoje  são  exclusivamente  dos  poderes  executivo  e judiciário.
É  possível  resgatar  a  história  da  Guarda  Nacional  e  sua  atuação  na  Serra através de registro de nomeações de oficiais e do deslocamento do efetivo na região. Outro  elemento  constante  na  documentação  é  a  presença  dos  Juízes  de  Paz,  de Órfãos  e  de  Direito.  Esses  magistrados  eram  figuras  atuantes  do  poder  municipal. Suas atividades são fontes valiosas para entender a estrutura local de representação política e social.


Para download do inventário dos livros de registro de terras clique aqui.

Para download do inventário de correspondências clique aqui.





Este inventário é o resultado de um levantamento em acervos públicos e privados referentes aos cinemas que funcionaram no Espírito Santo durante o século XX. As multidões, as inaugurações , a elegância da estreia, o burburinho da plateia, chanchadas , faroestes , pipocas e momentos únicos nos escurinhos das salas de exibição, que fazem parte de nossas memórias e história, estão registrados em imagens e nos mais diversos documentos desta coleção.

O projeto Cine Memória - A história das Salas de Cinema do Espírito Santoé um projeto de pesquisa do Departamento de Arquivologia da Universidade Federal do Espírito Santo. Ao longo dos treze anos de pesquisa foi possível reunir um significativo acervo, que conta com fotografias, jornais, revistas, plantas e entrevistas. o projeto pleiteou um apoio financeiro para o Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo (FUNCULTURA), através do edital destinado à seleção de projetos culturais para inventário de acervos no estado, tendo sido contemplado no ano de 2012. Para download clique aqui.




O livro Memórias Fotográficas das Salas de Cinema de Vitória contempla alguns dos cinemas que funcionaram em Vitória, apesar do título também apresenta imagens dos cinemas da Região Metropolitana e do interior do estado. O trabalho é um resultado da pesquisa do projeto CineMemória - A História das salas de cinema do Espírito Santo, com a coordenação do Professor André Malverdes do Departamento de Arquivologia da UFES durante 11 anos de pesquisa em arquivos públicos, jornais, acervos pessoais e familiares. 

O livro tem patrocínio da Lei Rubem Braga da Prefeitura Municipal de Vitória e da Arcellor Mittal, com apoio do Departamento de Arquivologia da UFES, Programa de Pós Graduação em História/UFES, Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, Associação dos Arquivista do ES, Gráfica Santo Antônio e Rima Comunicação Estratégica. A obra apresenta 110 imagens que contemplam as salas de cinema no ES desde o seu primórdio em 1907 até a década de 1990 com fotos das inaugurações, estréias, interiores, público, fachadas e notícias dos jornais e revistas do estado. Para download clique aqui.




Livro: No Escurinho dos Cinemas: a história das salas de exibição na Grande Vitória.
Sinopse: Quando se fala em cinema geralmente se pensa em filme, na estória na tela, nos atores e na emoção que transmite. Mas, o cinema é também uma complexa máquina internacional da indústria, do comércio e do controle cinematográfico. O poder de infiltração da cultura do cinema na memória mais íntima à roupa que se veste, a penetração do real pelo ficcional e vice versa. O ato de ir ao cinema é uma prática social que se confunde com consumo, prazeres e significados.

O livro trás uma panorâmica do parque exibidor cinematográfico no Espírito Santo e sua relação entre as políticas da Embrafilme e os exibidores locais apontando as motivações que provocaram o encerramento das atividades dos cinemas que marcaram a sociedade capixaba durante o século XX. Para download clique aqui.

Inventário Analítico do Departamento Estadual de Imprensa e Propaganda - DEIP/ES. Trata-se do acervo referente ao extinto Departamento Estadual de Imprensa e Propaganda (DEIP). A publicação traz ementas referentes a cinco mil documentos produzidos pelo órgão que foi criado durante o governo de Getúlio Vargas. Os documentos também foram microfilmados e digitalizados para melhor acesso ao público. 

O projeto foi coordenado pelos professores do Departamento de Arquivologia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), André Malverdes e Margarete Farias de Moraes e foi financiado por meio do edital Inventário, Conservação e Reprodução de Acervos, do Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo (Funcultura) da Secretaria da Cultura. 

No total são 8.533 páginas de documentos produzidos entre os anos de 1941 a 1946. O acervo inclui memorandos, ofícios, correspondências, autorizações e licenças para exibição de espetáculos culturais, relações das associações culturais existentes no Estado, decretos e portarias da Interventoria Estadual, certificados de censura e biografias de pessoas importantes do Espírito Santo na Era Vargas, entre outros.

O DIP- O Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) foi criado em 27 de dezembro de 1939 pelo Decreto-Lei nº 1.915. Era um órgão responsável pela difusão da imagem do governo de Getúlio Vargas e tinha por objetivo promover politicamente a figura do Chefe de Estado. Era, portanto, o porta-voz do então regime vigente. Assim, a organização de todo o aparato propagandista do Estado-Novo passou a ser de responsabilidade desse órgão.  Disponível em www.ape.es.gov.br.

O Teatro da Barra/ES tem a honra de disponibilizar seu acervo histórico após passar por um processo de organização de seu acervo, que contou com os trabalhos dos arquivistas André Malverdes e Adriana Sipolatti, da produtora cultural Joanna Filgueiras e do fundador do grupo Teatro da Barra/ES Paulo DePaula, a sede do grupo cênico, localizada na Barra do Jucu, Vila Velha, reúne documentos diversos sobre o teatro no Espírito Santo. 

No acervo podem ser vistos e consultados documentos, fotografias, jornais, livros, revistas, materiais de divulgação de peças e espetáculos, DVDs, enfim, diferentes materiais para pesquisas. Todos esses conteúdos estão estruturados e registrados no catálogo Teatro da Barra/ES – Inventário Analítico, produzido por André Malverdes, Joanna Filgueiras e Paulo DePaula.

A organização do acervo do Teatro da Barra/ES, que resultou no catálogo Inventário Analítico, foram financiados pelo Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo (FUNCULTURA), por meio do Edital 022/2010 - Seleção de projetos e concessão de apoio financeiro para inventário, conservação e reprodução de acervos no estado do Espírito Santo - da Secretaria de Estado da Cultura. Para acessar clique aqui.




Esta obra foi contemplada pelo edital nº 009/2011 do Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo - FUNCULTURA, que atende a projetos culturais e a concessão de prêmio para inventário, conservação e reprodução de acervos no estado.

A busca dos pesquisadores nas áreas de História, Comunicação, Artes, Ciências Sociais, entre outras, por impressos como panfletos, cartazes e publicações confiscadas pelo DOPS/ES, levou a parceria entre o APEES, o Departamento de Arquivologia e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Espírito Santo a pensar na construção do catálogo seletivo e na digitalização desse material.

O catálogo seletivo é um instrumento de pesquisa que transcende a dimensão arquivística dos catálogos convencionais ao escolher documentos que atendam a critérios temáticos, independentemente de sua posição no plano de classificação, podendo, inclusive, reunir documentos de fundos e arquivos distintos. Dessa forma, o projeto resultou em 257 descrições, na digitalização de todo o material e num minucioso trabalho de identificação dos panfletos, cartazes e publicações que compõem o fundo DOPS/ES (1930-1985). Para acessar clique aqui.


Definido em fevereiro de 2005 como prioridade no Seminário Estratégico da Diretoria do Sindicomerciários, o projeto de memória e preservação da história da entidade tem concentrado boa parte das atenções da direção na véspera da comemoração dos 75 anos da entidade. O trabalho envolveu a implementação do Centro de Memória da entidade e da publicação do livro “Memória e Luta: 75 anos de história, que resgata a história de quase um século de luta dos trabalhadores do comércio capixaba. Para acessar clique aqui.

O artigo Memória e história do trabalho: o tratamento do fundo documental do Sindicomerciários-ES e a importância de sua história para o trabalhador, de Andre Malverdes e Luiz Claudio M. Ribeiro, apresenta o projeto de organização e implementação do Centro de Memória do Sindicato dos Empregados do Comércio no Estado do Espírito Santo (Sindicomerciários-ES), demonstrando sua relevância e os desafios na política de formação da identidade do trabalhador comerciário, ressaltando que a história da instituição serve como marco referencial para que as pessoas possam redescobrir valores e experiências coletivas, reforçando vínculos, criando empatias com a sua trajetória, podendo refletir, assim, sobre suas expectativas de futuro. O trabalho apresenta, também, o livro Memória e Luta Sindicomerciários: 75 anos de história (1931- 2006) produzido a partir de pesquisas no próprio acervo já organizado da entidade. Esta história era, até então, desconhecida dos próprios diretores da instituição. Para acessar clique aqui.





















































































Este Guia tem por objetivo orientar os órgãos e entidades estaduais e municipais para a implementação de seção sobre a Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011), em seus respectivos sítios eletrônicos institucionais.












O objetivo deste guia é orientar os gestores estaduais/municipais sobre como cumprir a Lei Complementar nº 131/2009 que determina aos municípios a disponibilização, em meio eletrônico e em tempo real, das informações sobre a execução orçamentária e financeira.

















Este Guia propõe-se a servir como referencial técnico para o gestor interessado em regulamentar a Lei de Acesso à Informação (LAI) no âmbito de seu município.


















Este manual traz informações sobre a Lei de Acesso à Informação (LAI) e orientações aos gestores públicos estaduais e municipais sobre as medidas necessárias para a efetiva implementação dessa Lei, bem como sua regulamentação.












Marín Ruiz, Guillermo 
Manual básico del promotor cultural.


Descarga: http://excavarymemoria.files.wordpress.com/2011/09/manual_de_promotor_cultural_mexico.pdf



Disponível em: https://docs.google.com/file/d/0B4F15q0n5V7nSXNUdDEyM3VtSzg/edit?usp=sharing





Política de Segurança pra Arquivos Bibliotecas e Museus














Este manual brinda una metodología básica para la creación del Plan Institucional de Archivos (PINAR), el cual permitirá a las Entidades planear, hacer seguimiento y articular los planes estratégicos y la función archivística de acuerdo a las necesidades, debilidades, riesgos y oportunidades.











Este manual formula los aspectos metodológicos básicos que sirven de soporte para la adopción e implementación de un Programa de Gestión Documental (PGD), el cual permitirá a las Entidades elaborar, ejecutar, seguir y mejorar los procesos archivísticos y programas específicos.








Este manual es un medio de aprendizaje que facilite la consulta y difusión de las normas nacionales sobre documento electrónico, preservación a largo plazo, sistemas de gestión de documento electrónico de archivo, interoperabilidad y firma digital; toda vez que estas normas servirán de base para la formulación y adopción de procesos, procedimientos y actividades conducentes a la optimización de la administración, manejo, uso, disponibilidad, seguridad, autenticidad, confiabilidad, inalterabilidad y preservación de la información generada en medios electrónicos.





Este Minimanual pretende ser un referente conceptual y de buenas prácticas para aquellas entidades públicas y privadas u otros, interesados en estructurar y desarrollar proyectos o iniciativas de archivamiento web, de cara al importante reto que asume la gestión documental en el país, con la penetración y uso de las nuevas tecnologías de la información y comunicación.









Esta guia brinda los elementos básicos para la creación y gestión de un esquema de metadatos al interior de una Entidad u Organización.












Arquivos, bibliotecas, museus e centros de memória enfrentam hoje, mais do que nunca, a dificuldade de nomear adequadamente os documentos que precisam descrever e disponibilizar para consulta. Na medida em que se interessam por tudo aquilo que pode servir de fonte para a pesquisa, e não apenas por documentos que correspondem a atos de caráter administrativo e jurídico, lidam com uma variedade muito grande de linguagens, suportes, técnicas de registro e formatos, sem dispor de repertórios que os auxiliem nessa tarefa.
Tomando por base a experiência de organização do acervo multifacetado da Fundação iFHC, o seminário Dar nome aos documentos: da teoria à prática pretende reunir especialistas para discutir problemas conceituais e terminológicos, com a perspectiva de estabelecer uma plataforma de entendimento capaz de responder não apenas às necessidades daqueles que atuam em instituições de custódia, mas também às de profissionais de outras áreas, igualmente empenhados na nominação dos documentos de que se ocupam.
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UNESCO
Formación en Gestión Cultural y Políticas Culturales. Directorio Iberoamericano de Centros de Formación. UNESCO, OEI, Iberformat, 125 p.
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DIRECTRICES PARA PROYECTOS DE DIGITALIZACIÓNde colecciones y fondos de dominio público,en particular para aquellos custodiados en bibliotecas y archivos
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"Política de Gestión de Documentos Electrónicos del Ministerio de Educación, Cultura y Deporte" es un documento técnico con directrices, esquema de metadatos, estándares, etc. para la gestión de los documentos y expedientes electrónicos que produce este Departamento, con el fin de garantizar su preservación para generaciones futuras y facilitar el acceso a la información pública.

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